segunda-feira, 19 de novembro de 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

COR PÚRPURA


Literatura - Poemas de Carlos Bondoso

É um novo livro de poesia de Carlos Fernando Bondoso. Depois de “Sombras que falam”, chega agora a vez de “Cor Púrpura”, ambos editados pela Chiado Editora. A apresentação é este sábado, 10 de Novembro, às 17h00, na Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro, em Moimenta da Beira. António João Saltão, professor do ensino superior, e Denisa Sousa, jornalista, vão sentar-se à mesa com o autor e dividir a tarefa de esmiuçarem a obra.

No prefácio de “Cor Púrpura”, que colige 107 poemas, João Saltão diz que “ao ler a poesia de Carlos Bondoso, brota automaticamente e espontaneamente no leitor, um imaginário de sortilégios que decorrem de ambiências várias, traduzidas pelo desvanecimento de imagens ao longe, recorrentemente correspondentes ao objecto de desejo por pessoas amadas e/ou por nostalgias de contextos outrora aprazíveis”.


O autor do prólogo escreve ainda que “a descrição intrínseca de atmosferas gris que emergem da solidão e do abandono, estão retratadas magistralmente neste conjunto de poemas, através da doçura paradoxalmente crua do dizer do autor, fazendo desta dicotomia entre o aprazivelmente belo e o desencanto do abandono, a força perturbadora deste livro”. 
  

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

(RE)FUNDAÇÃO OU NOVAS "FUNDAÇÕES" PARA UM PAÍS AFUNDADO

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nestes últimos dias, ando a pensar numa trilogia de factos da História do nosso País, a propósito de (Re)Fundação. 
1- D. Afonso Henriques fundou a nossa nacionalidade, marco patente no Tratado de Zamora, assinado a 5 de Outubro de 1143;
2 - Em 1935, um postal ilustrado coloca a cabeça de Salazar na representação do corpo do fundador, em alegoria à conhecida estátua de Guimarães, intitulando-o como "Salvador da Pátria";
3 - Em 2012, o Governo PSD/PP "suprime" o feriado de 5 de Outubro, porquanto conotado em exclusivo com a Implantação da República [1910], em claro desrespeito e falta de memória pela data constitutiva da nossa Nação. 
Fala-se num tom análogo ao fundador e líder do Estado Novo e age-se em prol de uma dita "refundação", quando já fomos fundados por D. Afonso Henriques há 869 anos.
Presunção e água benta, cada um toma a que quer.